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Juntos enriquecemos as práticas psicológicas

 

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Amante das subjetividades humanas e um curioso admirador das repetições da vida com seus novos encontros. Busca contribuir para com uma melhora em saúde mental, estimular o saber e reflexão crítica dentro das práticas psicológicas.

por que falar homossexualidade homossexualismo

 

Você sabe qual é o termo correto entre "Homossexualidade" ou "Homossexualismo"? Entenda porque utilizamos um termo e não o outro. Nós enquanto psicólogos ou estudantes de psicologia - melhor, como humanos - não podemos nos apegar a termos extremamente preconceituosos.

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Texto retirado do site do Conselho Federal de Psicologia (link final do artigo):

 

" 'O jogo Baleia Azul reflete uma característica perversa da atualidade de construir todas as relações a partir da prática do consumo. Nesse caso, os próprios corpos são oferecidos como peças de um game de vida e morte. Mas não podemos fomentar o pânico social de que desafios induzidos pela internet sejam a principal causa de suicídios entre os jovens brasileiros'. Essa foi a reflexão proposta pelo presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogério Giannini, em audiência pública, nesta terça-feira (9/5), na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o Brasil como oitavo país do mundo em suicídios. Em 2012, foram 11,8 mil mortes e o número de tentativas é dez vezes maior, em torno de 120 mil por ano. Segundo Giannini, os fatores que levam um jovem a decidir acabar com a própria vida precisam ser analisados de forma contextualizada. “Vivemos numa sociedade que vende ao jovem a falsa promessa de sucesso garantido desde que estude, empreenda, se esforce. No entanto, essa possibilidade de futuro perfeito, felicidade plena, ausência total de sofrimento não se concretiza, trazendo sensação de fracasso, desesperança.”, afirmou.

Atualmente, o suicídio é a primeira causa de morte entre jovens mulheres de 15 a 19 anos; e a segunda entre os rapazes na mesma idade, segundo dados apresentados por Leila Herédia, do Centro de Valorização da Vida (CVV), que recebe 1 milhão de atendimentos por ano em seus canais de telefone e pela internet. Para ela, uma dificuldade para prevenir e combater o suicídio é o tabu que ainda existe diante do tema. “Conversar é a melhor forma de oferecer ajuda. É preciso desenvolver, desde a infância, a capacidade de falar sobre sentimentos e emoções. Faz parte do crescimento da criança aprender desde cedo a lidar com as frustrações, limites e dificuldades.”

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Essa noticia vai para os psicólogo que se dedicam a área dos esportes. Os clubes esportivos poderão ser obrigados a oferecer atendimento psicológico aos atletas profissionais para ajudá-los a enfrentar o estresse e a ansiedade antes e depois das competições. É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) 13/2012, aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte, no dia 25 de abril.

 

Segue o Texto do CFP (colocarei o link no final do artigo):

"O autor do texto, o ex-senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), ressalta que a Lei Pelé (Lei 9.615/1998), que trata de normas gerais sobre desportos, já obriga que clubes garantam assistência psicológica a atletas em formação. O PLS 13/2012 pretende obrigar o cuidado com a saúde mental dos atletas profissionais, por meio de apoio de psicólogos.

Na opinião de Crivella, o apoio psicológico é uma providência fundamental para a formação e para o desempenho dos atletas, que precisam ter boa saúde física e mental “para enfrentar fortes doses de estresse e ansiedade nos momentos que antecedem e sucedem as competições”. A ansiedade, segundo ele, pode ser uma porta de entrada para as drogas e o álcool no meio esportivo, principalmente entre jovens atletas. Ele lembra também que a falta de assistência psicológica pode acarretar prejuízos não apenas ao atleta, mas também ao seu clube, à sua família e às empresas patrocinadoras do esporte.

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Terapia de Casal e Estrategias de Resolucao de Conflito psicologia

 

Fazer revisão sistemática de artigos científicos sobre psicoterapia de casal e estratégias de resolução de conflito, identificar variáveis envolvidas no processo terapêutico e refletir sobre a utilização de técnicas e métodos de tratamento comprovados cientificamente.

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É com grande satisfação que apresento esse livro para vocês. Quem acompanha o Psico Educa sabe que tenho uma queda pela psicanálise e foi justamente esse livro que deu um empurrãozinho para que essa paixão acontecesse. Isso não quer dizer que Teorias da Personalidade seja um livro psicanalista, muito pelo contrário. O livro proporciona uma síntese a respeito de como as grandes teorias interpretam a "personalidade".

 

Autor: Calvin S. Hall; Gardner Lindzey; John B. Campbell.

Título: Teorias da Personalidade.

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A palavra "Personalidade" carrega um grande peso de mistério e fascinação em nossa sociedade e é muito utilizada como uma forma de generalizar as características de uma pessoa ou até mesmo para "problematizar determinada subjetividade da pessoa".

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Há duas formas de se reforçar um comportamento dentro do condicionamento operante. Acredito que a mais conhecida é o Reforço Contínuo, onde reforçamos o comportamento logo após a sua manifestação, mas, não é somente o Reforço Contínuo a unica forma de condicionamento e é justamente o que abordaremos nesse artigo.

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Freud lança luz nesse tema no título Totem e Tabu, onde ele disserta sobre os aspectos da horda primeva. O horror ao incesto está intimamente vinculado a um mecanismo complexo de "sentimentos" que é intrínseco a todo ser humano: ciúme e controle.

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Sou defensor do estudo da história da nossa psicologia, entendo que compreender o passado e se "familiarizar" com os teóricos de outrora nos ajuda a aprender um pouco - mesmo que superficialmente - do contexto social-histórico e como eles (teóricos) desenvolveram seus pensamentos, como elaboraram suas teorias.

Mesmo que a posteriori, acredito ser essa uma das grandes competências que essa disciplina busca proporcionar. Mas, voltando para o objetivo principal, a disciplina de história da psicologia busca desenvolver o entendimento do aluno quanto a concepção, criação enquanto ciência objetiva e desenvolvimento da área de estudo em questão (psicologia). Se essa disciplina faz parte da grade curricular é porque sua instituição de ensino decidiu que seria importante estudar a história desse curso. Imagina ser questionado do porque de Wundt ser considerado o "pai" da psicologia moderna ou quem é o "pai", "criador", da psicologia e, o psicólogo ou estudante, não saber responder. Pouco quero afirmar que isso seja sinônimo de proficiência na área, mas todo profissional - independente da área - deve conhecer quem proporcionou sua área de conhecimento. Claro, isso para mim. Até se explica para quem não teve oportunidade de estudar a história da psicologia na universidade - há faculdades que não integram tal disciplina na grade curricular -, mas não justifica a não procura por conhecer.

Caso não saiba ou tenha esquecido, confira o artigo abaixo:

Saiba Mais: Wilhelm Wundt - O Pai da Psicologia Moderna.

 

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Os psicoterapeutas construtivistas se respaldam nas teorias piagetinas e defendem que a terapia construtivista se desenvolve no amadurecimento da relação (construção de significado) entre o sujeito e o ambiente (objeto). Atualmente encontra-se uma pluralidade muito grande dentro das práticas construtivistas, tal pluralidade não ajuda na estruturação e valorização de definições básicas de tais concepções.

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