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Sobrevivendo aos primeiros 5 Anos de Vida

Sobrevivendo aos primeiros 5 Anos de Vida

 

Sabemos que a mortalidade infantil ainda é uma preocupação para nossa e demais sociedade desse mundo, tanto que nos últimos anos foram empregados recursos valiosos no combate e prevenção da negligência infantil. Os esforços internacionais para melhorar a saúde da criança focalizam-se nos primeiros cincos anos, considerados cruciais, porque em média 90% das mortes de crianças com menos de 15 anos ocorrem durante esse período. Cerca de 98% da morte de crianças acontecem em áreas (regiões) rurais pobres, onde a nutrição é inadequada, a água é imprópria para o consumo, faltam instalações adequadas para moradia e condições sanitárias inexistentes ou precárias.

As chances de uma criança sobreviver ao seu quinto aniversário, nessas condições, são escassas e quem o consegue poderá ter sequelas de esperança de um amanhã melhor. Felizmente, nas últimas quatro décadas houve um emprego de esforços para reverter essa situação e praticamente duplicou as chances de sobrevivência dessas crianças. Infelizmente há mais de 17 milhões de crianças, no mundo todo, que foram vítimas desse descaso social.

Só para comparação, das mortes aqui falas 49% delas ocorreram na África e 32% no sul da Ásai (UNICEF 2009). Um bebê nascido em Serra Leoa tem 3,5 mais chances de morrer do que uma criança nascida na Índia e com probabilidade 100 vezes maior do que uma criança nascida na Islândia, que tem a menos taxa de mortalidade infantil, por exemplo (WHO, 2003). Os dados nos revelam que aproximadamente 3 milhões de bebês por ano nascerão mortos e outros 4 milhões morrerão em seu primeiro mês de vida (WHO, 2007). As principais causas de morte, no mundo todo, são doenças transmíssiveis: malária, diarreia, assepsia neonatal e pneumonia. Infelizmente posso afirmar que a pneumonia é a doença que mais mata crianças nos primeiros 5 anos de vida.

 

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