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Amante das subjetividades humanas e um curioso admirador das repetições da vida com seus novos encontros. Busca contribuir para com uma melhora em saúde mental, estimular o saber e reflexão crítica dentro das práticas psicológicas.

Responder o enunciado é muito fácil, e acredito que grande parte das abordagens não negam as influências da sociedade na vida particular do ser, podendo variar o entendimento sobre a influência e sobre o significante. Então, a psicanálise compreende os processos sociais? Certamente que sim, por mais que não seja esse seu foco de interesse (lê-se campo primário). Podemos interpretar que o Behaviorismo também o faz, através da tão analisada contingência.

Eu poderia recorrer somente a Freud para exaltar meus argumentos, mas para tal citarei uma frase de Erich Fromm, do livro “O medo à liberdade”, que diz: “A entidade básica do processo social é o indivíduo, com seus desejos e receios, suas paixões e sua razão, suas inclinações para o bem e para o mal. Para perceber a dinâmica do processo social cumpre-nos compreender a dos processos psicológicos que atuam no íntimo do indivíduo, tal como para entender a este é mister apreciá-lo à luz da cultura que o molda”.

Percebemos que a relação homem x sociedade, entendendo a relação dual que há, onde um afeta o outro. A psicanálise não exclui a influência social no homem, a diferença está na leitura que se dá: para entender a sociedade e seus “fenômenos genéricos” basta o aprofundamento na psiquê humana.

Por fim, vale ressaltar certa diferença de pensamento entre o autor citado e Freud. O autor nos apresenta uma influência dinâmica da sociedade, diferente de Freud que a toma por estática estando sujeita as pulsões primitivas. Descartando assim a dinâmica social na estruturação dessas mesmas pulsões. Entretanto, podemos afirmar que a psicanálise considera os fatores sociais.

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Vygotsky entende o homem e seu desenvolvimento numa perspectiva sociocultural, ou seja, percebe que o homem se constitui na interação com o meio em que está inserido. Por isso, sua teoria ganhou o nome de socioconstrutivismo, sendo também denominada sociointeracionismo.

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Um dos grandes saltos evolutivos do homem em relação aos outros animais se deu quando ele adquiriu a linguagem, ou seja, quando aprendeu a verbalizar seus pensamentos. É por meio das palavras que o ser humano pensa.

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Enquanto psicólogos temos que sempre estar colocando em cheque nossos conceitos e ideologias, avaliar o por que pensamos dessa forma. Isso incluirá nossos preceitos e preconceitos. Mas será que nossos conceitos e preconceitos que tanto defendemos possuem algum real argumento, respaldado em fundamento social? Será que, se estudarmos as relações sociais e étnicas, conseguiremos mantê-los?

Não é fácil responder a tais questões, e suponho estar equivocado aquele que responde de pronto. Pois já o errou sem a devida reflexão. O preconceito já está tão enraizado em nossa cultura e sociedade que é quase imperceptível, mas isso não quer dizer que não o seja. Venho aqui hoje deixar meu testemunho de quão importante é essa disciplina em nossas universidades, ainda mais na nossa área de conhecimento.

Ao estudar tais relações podemos colocar à prova nossos conceitos mais internos e entender um pouco da concepção cultural e social do Brasil. Então, devemos estudar a formação do preconceito social nas relações étinico-raciais para chegar a uma conclusão plausível, e essa é a proposta da matéria. A disciplina procura fomentar essas e outras reflexões.

Estudar as relações étnico-raciais exige certa atenção e seriedade, ainda mais para nós psicólogos ou estudante de psicologia. Ela, a disciplina, tentará nos apresentar a sociedade por um outro prisma e revelará certas condições das quais podiam passar despercebidas para nós. Digo tudo isso justamente porque o psicólogo, enquanto psicólogo, e no consultório – porque somos humanos também -, deve se abster de posicionamentos e de preconceitos, por aquele período de tempo, para impedir que seu Ego influencie por demais a relação analista x paciente. E para conseguir isso, nada melhor que estudar a formação do preconceito em nossa sociedade, confesso que a matéria em questão tem um foco de atuação principal, mas abre um leque enorme de questionamentos pessoais e sociais. Ser psicólogo é estar em constante mudança, aperfeiçoamento e descobrimento pessoal. Coisas, essas, que a disciplina, também, busca fomentar.

 

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A ansiedade pontual, aquela que dura algumas horas ou dias por causa de uma preocupação, um objetivo, um fato estressante ou um desafio a cumprir a curto prazo, causa sérias consequências em nosso corpo.

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Ir ao Psicólogo não é um bicho de sete cabeças, nem uma medida para casos extremos, como muitos ainda acreditam. Hoje a ideia que os profissionais tentam difundir é que a prevenção deve ser a grande preocupação de todas as pessoas quando o assunto é saúde mental. Vemos muitos exemplos de pessoas que adiam a ida ao psicólogo por acreditar que este não seja o melhor caminho para elas. Isso se deve à falta de informação, pois infelizmente ainda existe o pré-conceito de que psicólogo é alguém com quem você apenas irá bater um papo e isso poderia ser feito com qualquer pessoa: amigos, familiares, cônjuge…

Com esse pensamento errôneo, o que ocorre é que muitas pessoas só vão se convencer de que é necessário buscar apoio psicológico quando a situação já se agravou e chegam aos consultórios esperando soluções milagrosas. Assim, não é raro vermos quem ainda associe psicoterapia como solução para “desequilíbrio” ou “loucura”.

Ainda não iremos entrar na questão da “loucura” ou daquilo que é considerado normal ou patológico, mas vamos aqui elencar alguns motivos bem válidos para que alguém decida procurar um psicólogo:

 

Busca de autoconhecimento:

O autoconhecimento é o grande benefício para quem faz psicoterapia. Através da relação terapêutica, uma pessoa é levada a conhecer aspectos de si mesma que, muitas vezes, sequer fazia ideia. Começa a compreender a razão de determinadas atitudes, de certos sentimentos e situações que ocorrem em sua vida. Além disso, quando uma pessoa se conhece a fundo, ela consegue lidar melhor com as suas emoções e com o seu comportamento, consequentemente lida melhor com muitos acontecimentos em sua vida. Isso não significa que ela não irá mais passar por momentos difíceis, significa que ela saberá contorna-los da melhor forma e tirar deles as melhores experiências para o seu crescimento pessoal e emocional. A busca pelo autoconhecimento pode auxiliar em diversas áreas da vida, como as relações e o desenvolvimento profissional, por exemplo.

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Quer saber se um psicólogo pode emitir ou fazer um atestado psicológico? Até quantos dias um psicólogo pode afastar um cliente? É justamente esse o tema desse artigo, confira!

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Nesse artigo falaremos um pouco sobre a concepção de minorias e maiorias psicológicas segundo Kurt Lewin e a Psicologa Social. Vamos estudar um pouco o que significa tais conceitos.

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Se a religião atrapalha o sujeito em responder a esta pergunta ou ergue-se como resistência na elaboração e realização do desejo, ela deve ser questionada pelo analista. Se, ao contrário, o discurso religioso coincide com o psicanalítico e ajuda o sujeito a realizar-se, desenvolver-se e ser criativo e feliz, isso deve ser aceito e reforçado pelo analista.

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Podemos dizer, com toda certeza, que a Psicanálise é a teoria que pretende, de forma muito objetiva, explicar o funcionamento da mente humana. Somente a partir disso que ela busca métodos de tratamento de diversos transtorno mentais à luz de seu próprio entendimento sobre o aparelho psíquico.

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