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Amante das subjetividades humanas e um curioso admirador das repetições da vida com seus novos encontros. Busca contribuir para com uma melhora em saúde mental, estimular o saber e reflexão crítica dentro das práticas psicológicas.

O Curso de Formação de Psicólogo, ou simplesmente Faculdade de Psicologia, pode ser um tanto quanto surpreendente e perigoso. Muitas vezes o aluno que ingressa no curso possui uma visão muito limitada sobre a formação, sobre as disciplinas e o que isso significa ao longo de toda a grade pretendida. Não raro vemos no início o aluno com uma visão mecanicista, inatista e tendo somente a clínica – a bom modo divã, Freud e conversas sobre o passado - como referência sobre psicologia e como é a atuação do psicólogo.

Mas se surpreenderá aquele que pensa assim. Nosso tão amado curso de psicologia abordará e se aprofundará em tantos assuntos da personalidade, desdobrará diversas técnicas e teorias que deixará o aluno boquiaberto quanto a qual abordagem seguir e se realmente seguirá uma.

Mas vamos descobrir porque fazer tal curso e para quem se destina o curso de psicologia.

 

Por que fazer Psicologia e para quem se destina:

Antes de mais nada podemos dizer que o curso de psicologia se destina a todos aqueles que refletem sobre os fenômenos sociais, sobre as pessoas e seu modo de viver; é para aqueles que querem, de alguma forma, operar de forma positiva na sociedade estimulando as pessoas a encontrarem a sua autonomia ou lidar com determinados conflitos. Para tanto, o psicólogo encontrou diversos campos de atuação: RH, nas organizações; na clínica; hospitais e centros de assistência psicossocial; escolas. O psicólogo pode, ainda, trabalhar sozinho ou em uma equipe multidisciplinar que pode englobar médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e etc.

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Henri Paul Hyacinthe Wallon, foi um psicólogo, filósofo, médico e um político muito influente na França. Começou desde jovem seu interesse pelo desenvolvimento e pelos processos mentais, atuando com crianças portadoras de deficiências e com feridos na guerra. Ao longo do seu trabalho, ele desenvolveu alguns estágios do desenvolvimento humano que veremos a seguir:

 

Estágio impulsivo-emocional:

Devemos lembrar que Wallon nunca especificou idades limites, ele acreditava num desenvolvimento dialético e interacionista, mas podemos estipular um tempo comum as crianças - o que normalmente ocorre em faixa etária. O Estágio Impulsivo-Emocional vai do nascimento até aproximadamente o primeiro ano de vida, é um estágio predominantemente afetivo, onde a criança está imersa no mundo e não consegue se distinguir dele.

Nesse estágio a criança não possui coordenação motora muito bem desenvolvida, os movimentos são bem desorientados. Entretanto, logo o ambiente facilita para que a mesma desenvolva suas habilidades funcionais, passando da desordem gestual às emoções diferenciadas.

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 "  O Conselho Federal de Psicologia (CFP) aprovou, na plenária dos dias 22 e 23 de setembro, nota alertando psicólogas e psicólogos sobre a comercialização de uma nova impressão das pranchas do Método Rorschach sem comprovação científica nem aprovação da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (CCAP).

No primeiro semestre de 2017, a CCAP recebeu denúncia formal da venda de um novo modelo de pranchas de Rorschach diferente da impressão original. Após análise criteriosa das evidências apresentadas, a Comissão do CFP avaliou que não há informações suficientes para certificar a equivalência desta nova versão com a original. Sendo assim, não há garantia de eficiência do processo de avaliação psicológica a partir do uso desta nova versão das pranchas de Rorschach.

O Conselho Federal de Psicologia orienta, então, que os psicólogos só utilizem as pranchas do Rorschach empregadas nas pesquisas brasileiras e aprovadas pelo Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). “As únicas pranchas com parecer favorável para uso são as originais”, alerta o Conselho.

As pranchas de Rorschach aprovadas pela Autarquia para uso profissional são as originais, comercializadas pela Editora Hogrefe. A identificação dos cartões pode ser verificada em seu verso, onde consta o nome da Editora, o local de fabricação (Suíça) e a informação de que trata-se das pranchas originais.

Segundo os conselheiros Daniela Zanini e Fábian Rueda, coordenadores da CCAP, essa decisão reafirma o compromisso do CFP com a atuação profissional dos psicólogos, em especial, com o controle de qualidade do serviço prestado e do instrumental utilizado nos diferentes contextos. “Nessa perspectiva, o CFP criou o Satepsi que conta com uma Comissão Consultiva de Avaliação Psicológica para justamente avaliar a qualidade dos testes psicológicos disponibilizados no mercado”, explica Daniela Zanini. Para mais informações a respeito de testes psicológicos aprovados, as/os psicólogas/os devem acessar a página do Satepsi (http://satepsi.cfp.org.br/).

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Olá pessoal, venho trazer um artigo de utilidade pública para nós das psicologias. Trago para vocês uma lista dos Conselhos Regionais de Psicologia, nessa lista você encontra todos os conselhos e os telefones e emails que você pode entrar em contato, isso é muito útil caso deseje fazer alguma denúncia ou dar entrada na papelada para conseguir o tão sonhado CRP. Nos Conselhos Regionais você pode se informar sobre a atuação do psicólogo e os seus limites dentro do código de ética profissional.

 

Clique Aqui e acesse a lista (no site do CFP).

 

Curiosidade:

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Segue artigo retirado do site do CFP:

 

A causa do sofrimento psíquico que pode acometer pessoas LGBT tem relação direta com a violência dirigida a essa população. A discussão, fundamental para a Psicologia, foi tema de audiência pública realizada, dia 18, na Câmara dos Deputados, durante reunião das Comissões de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN).

O assunto foi discutido pela psicóloga Sandra Elena Sposito, do Conselho Federal de Psicologia, e por integrantes do Ministério da Educação (MEC), do grupo Dignidade, da Fundación Todo Mejora, do Chile, e Sentiido, da Colômbia.

Sandra Sposito disse haver uma inversão no foco do debate sobre a questão LGBT. Segundo ela, alguns grupos sociais têm ignorado que o sofrimento psíquico é ocasionado pelas vivências da população LGBT, omitindo totalmente a violência que incide sobre essa parcela da população. “Há uma inversão dos elementos que promovem o sofrimento psíquico decorrente das vivências LGBT quando se indica que tal sofrimento é decorrente da orientação sexual e ignoram-se as vivências e as experiências de humilhação, rejeição, exclusão e violências das pessoas LGBTI na sociedade brasileira.”

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a vacina pode causar autismo psicologia

 

 Essa ideia de que a vacinação pode causar o autismo não é de hoje, na verdade ela tem sua origem algumas décadas atrás. Em 1997, o médico Andrew Wakefield, fez um estudo e relacionou...

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Basicamente, são condições comportamentais caracterizadas pelo prejuízo das habilidades sociais, comunicação verbal (ou não verbal) e na cognição (inteligência da pessoa). Essas condições podem se apresentar de diversas formas, mas normalmente são descobertas em crianças com dificuldade na interação social (não via de regra), com dificuldade em socializar e, também, com dificuldades cognitivas (de aprender, manter atenção). Essas características normalmente são descobertas na infância e durante a faze de alfabetização, na relação social e de aprendizagem que a criança passa durante esse período. O transtorno afeta cerca de 1% das crianças em idade escolar.

Hoje em dia o “Autismo” é amplamente conhecimento, em relação aos anos que nos antecedem. Entretanto, ainda há muito para divulgar e conhecer nessa área. Principalmente em nosso sistema de ensino, tanto público quanto particular.

 

Um marco do estudo do “Autismo” foi a publicação de um artigo científico, em 1943, de Kanner, que nada mais é que um relato médico de 11 crianças e que descrevia o comprometimento da interação social dessas mesmas, ele revelava também a presença de comportamentos estereotipados – comportamentos repetitivos e sem proposito aparente. Kanner relatou também a presença de inversão pronominal por parte dessas crianças, onde elas se referiam na 3ª pessoa. Exemplo: ao invés de dizer “eu quero isso”, diziam “André (nome dele) quer isso”, se referindo a si mesma.

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O nosso sistema nervoso tem por função a comunicação do meio interno para o meio externo, isso significa que é o responsável por levar as informações captadas pelos nossos órgãos dos sentidos até o cérebro, e do cérebro conduz os "impulsos neurais" até os músculos, órgãos, tendões e etc. O nosso Sistema Nervoso mantém a homeostasia e controle sobre nossas atividades biológicas, físicas e psicológicas, sendo esse sistema dividido e categorizado de algumas maneiras que veremos ao longo desse artigo. Mas para que todas essas funções aconteçam é necessário, além do cérebro como intérprete, dois pontos de comunicação, um que recebe e outro que emite. "Esses pontos" são os extremos do Sistema Nervoso, ou seja, as pontas, sendo um deles o córtex e o outro um neurônio receptor. Isso ficará claro mais pra frente. Por hora, basta entendermos que os neurônios são os responsáveis por receber um estímulo do meio externo ou interno e conduzir essa informação até o córtex.

 

Divisão do Sistema Nervoso:

O Sistema Nervoso é dividido em duas partes: sistema nervoso central e sistema nervoso periférico.

Sistema Nervoso Central:

  • Processa a entrada de muitos tipos diferentes de informações sensoriais.
  • Estimula os músculos a se contraírem e as glândulas a secretarem.
  • É fonte das memórias, pensamentos e emoções.

Sistema Nervoso Periférico:

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carta sigmund freud mae homossexualidade

 

Esta carta deixa claro que homossexualidade não é algo passível de tratamento, e a resposta de Freud é mais no sentido de orientar essa mãe quanto à necessidade de tolerância à diversidade, ainda que o filho não atenda ao seu ideal social.

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evolucao escrita na crianca vygotsky psicologia

 

Para poder falar sobre a evolução da escrita propriamente dita, temos que emoldurar os processos responsáveis por tal façanha. O brincar exercita a função simbólica, a criança que não brinca fica presa “no aqui e no agora”. Veremos como a função simbólica tem uma grande participação nessa evolução.

 

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